E só de te ver eu penso em trocar
A minha TV num jeito de te levar
A qualquer lugar que você queira
E ir onde o vento for
Que pra nós dois
Sair de casa já é se aventurar
Nunca foi tão real.
"Quase sempre a lápis em pedaços esparsos de papel, seguindo o curso aleatório de meus devaneios ou de minhas caminhadas" "O narrador é um ser feito de palavras, não de carne e osso, como os autores tendem a ser"
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Reflexões do sururu

(Eu, preparando o perfil para a pós-graduação sobre a líder comunitária da Sururu de Capote, Vânia Texeira, cheguei a uma reflexão)
Para os alagoanos (como eu)longe da comunidade, sururu é só no grito
Suruuuuuuuuuuuuuuu frescooooooooooooooooo
Sai da garganta da vendedora direto para os lares dos distantes.
Para os moradores da comunidade Sururu de Capote, é sinônimo de luta. E que luta...
“Lutar por ser humano é muito complicado”, Vânia Texeira, líder da (ex-atual) Favela Sururu de Capote.
Sururu como nunca antes visto
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Aceno
Singelas são suas palavras quando fingem o verdadeiro ser.
Deve ser porque você é um poeta que finge toda palavra quase pronunciada, quase escrita.
....
Tão simbólico gesto, assim pequeno, acolhe minha alma
Em uma verdade muda
Traduzida em, assim como suas palavras, um quase silêncio.
Deve ser porque você é um poeta que finge toda palavra quase pronunciada, quase escrita.
....
Tão simbólico gesto, assim pequeno, acolhe minha alma
Em uma verdade muda
Traduzida em, assim como suas palavras, um quase silêncio.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Não estão mais aqui
Narrativa da vida real sobre a doença de Alzheimer, confiram! Conheçam também um pouco mais sobre o Jornalismo Literário ou Narrativo
www.textovivo.com.br
ou
http://www.textovivo.com.br/detalhe.php?conteudo=fl20101112171507&category=reportagem
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
O Homem e o Rio

Ele não se movia. Parado ali permaneceu como uma pintura muda. O rosto marcava o percurso de um alagoano cansado. A pele queimada de um sol único e devastador traduzia os dias gastos no trabalho do seu dia-a-dia. Talvez não falasse mais. Apenas observava o passeio dos mais novos e daqueles que ainda tinham esperança. Olhava para o Rio logo adiante. Aquele que destruiu seus amanhãs, aquele que era a razão para o acordar. Como é vilão aquele que antes produzia vida. Agora só restou a morte. A água barrenta desafiou o homem cansado. E dele não teve pena. Batalha travada. Batalha perdida. Restava apenas à espera do descanso do seu inimigo.
sábado, 21 de agosto de 2010
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